segunda-feira, 4 de maio de 2015

As ilustrações têm seus pontos fracos, é claro, mas ajudam, e quando o assunto em questão é tão vital, vale a pena usá-las. Suponha que tenhamos um monte de tábuas e um monte de pregos. Pegamos as tábuas e as pregamos juntas de um certo modo. Já não temos mais um monte de tábuas e um monte de pregos, agora, temos uma caixa. De onde veio a tal caixa? Bem, não veio de lugar nenhum. É apenas o resultado da união do monte de tábuas e do monte de pregos. Vamos supor agora que já não queremos mais uma caixa. Arrancamos os pregos, os colocamos de um lado e as tábuas de outro. Para onde foi a caixa? Para lugar nenhum, ela simplesmente deixou de existir como caixa. Os pregos ainda existem, as tábuas existem, mas não pode haver caixa enquanto os dois não forem unidos de novo. Assim, como no princípio, Deus formou o homem de duas coisas: do pó da terra e do sopro da vida. Como resultado da união dessas duas coisas, o homem se tornou alma vivente. Quando ele morre, as duas se separam, não vão a parte alguma, simplesmente perdem seu estado de consciência até a manhã da ressurreição, quando o corpo e o fôlego são unidos novamente. Você crê na ressurreição? As Escrituras ensinam que ela ocorrerá no último dia, quando Jesus retornar. Mas por quê essa ressurreição no último dia, se já recebemos a nossa recompensa ou castigo quando morremos? Certamente, não iríamos descer do céu ou subir do inferno e entrarmos em nosso corpo outra vez; sermos ressuscitados e, em seguida, mandados de novo para a nossa recompensa ou castigo, não é mesmo?












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